Acidente chama atenção que construção do Itaquerão pode chegar a R$ 1,8 bi, com alto risco de render CPI

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Por Jorge Serrão  serrao@alertatotal.net

R$ 1 bilhão e 800 milhões e subindo… Este é o valor comentado ontem por lobistas do setor de construção civil sobre os gastos previstos para a obra de construção do Estádio do Corinthians, na Zona Leste de São Paulo, que o clube pretende batizar, depois da Copa do Mundo, com o nome de seu ilustre torcedor Luiz Inácio Lula da Silva – o padrinho político da caríssima obra tocada em ritmo frenético pelo consórcio comandado pela Odebrecht – a maior transnacional do Brasil.

O caso Itaquerão pode render uma Comissão Parlamentar de Inquérito, se a oposição se mexer, para investigar indícios de superfaturamento e a falta de transparência em seu financiamento, com dinheiro público. O estádio corinthiano, em um local de complicadíssimo acesso na superpopulosa Zona Leste de São Paulo, deverá custar mais caro que o Maracanã – cuja obra foi estimada em R$ 1,23 bilhão. O custo da “Arena Corinthians” (que pode ser batizada de Arena Lula) pode ficar ainda mais alto depois do acidente.

Ontem, no mercado de empreiteiras que atuam cartelizadas mas se odeiam, vazou a informação sobre o absurdo preço pago pelo aluguel da máquina acidentada. O guindaste modelo munck LR 11350, fabricado na Alemanha pela Liebherr, era alugado pela empresa BHM pela tarifa diária de R$ 35 mil. O equipamento seria um dos mais caros na complexa execução da obra, que tem indícios de superfaturamento, e cujo processo de financiamento peca pela enorme falta de transparência, envolvendo o BNDES e outro banco estatal – a Caixa – que também patrocina o Corinthians.

O absurdo gasto com o Itaquerão vem à tona no submundo da empreiteiragem depois do acidente com um guindaste que içava o último módulo da estrutura da cobertura metálica do estádio tombou provocando a queda da peça sobre parte da área de circulação do prédio leste – atingindo parcialmente a fachada. A construtora garante que o acidente não afetou a estrutura do estádio – que fica com a obra interditada, pelo menos, até segunda-feira, aumentando o risco de atraso na entrega para a abertura da Copa do Mundo da Fifa. A Perícia vai investigar se houve falha humana, defeito no guindaste, instabilidade do terreno ou tudo isso combinado.

Um vídeo do arquiteto e urbanista Márcio Antônio Campos (enviado ao site G1 e disponível no YouTube) mostrou o momento da queda da peça da cobertura do estádio e do tombamento do guindaste na Arena Corinthians, que aconteceu às 12h 40min de quarta-feira passada. Pós-graduado em perícia e avaliações e especialista de patologia da construção civil, Campos resolveu pegar a câmera e filmar porque percebeu que uma viga de sustentação da obra estava tremendo. O profissional fez parte de um grupo de arquitetos do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU-SP) que fazia uma vistoria técnica no Itaquerão desde horas antes do acidente.

Simbolicamente, o capimunismo petralha comprovou sua fragilidade com o acidente na construção superfaturada do estádio do Corinthians – programado para sediar a abertura da Copa de 2014, do jeito que ficar pronto, no dia 12 de junho de 2014. Agora, está mais que evidente que um governo patrocinador de mensalões e obras perdulárias com dinheiro público também tem tudo para cair como uma caríssima grua alemã…

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Mais de 2 mil políticos eleitos em 2012 são flagrados recebendo Bolsa Família

BolsaPela primeira vez, o ministério fez o cruzamento da folha de pagamentos do programa de transferência de renda com a base de dados de uma eleição municipal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa verificação durou aproximadamente um semestre. Segundo a pasta, a iniciativa visava evitar que “políticos eleitos empossados estivessem na condição de beneficiários do Bolsa Família”.
Apesar de tentar vetar a prática, o governo reconhece que houve pagamentos a políticos com cargo eletivo no início do ano. Todos os 2,1 mil políticos flagrados pelo Ministério do Desenvolvimento Social foram obrigados a ressarcir os cofres públicos, conforme informações do ministério.
De acordo com o artigo 25 do decreto 5.209/04, que regulamenta o Bolsa Família, o beneficiário do programa perde o direito ao recebimento quando ocorre “posse em cargo eletivo remunerado, de qualquer uma das três esferas de governo”. O Ministério do Desenvolvimento Social não divulgou informações detalhadas sobre o cancelamento de benefícios por cidade ou estado.
No início do ano, surgiram vários casos de denúncias de vereadores eleitos recebendo o Bolsa Família. Entre eles, estava o do vereador piauiense Sebastião Passos de Sousa (PSB), conhecido como Cabelo Duro, da cidade de Luís Corrêa, distante 365 quilômetros de Teresina. A família dele foi incluída no programa desde junho de 2001, alegando ter renda per capita de R$ 30. Ele recebia, junto com a esposa e mais quatro filhos, o valor de R$ 198 ao mês do programa. Entretanto, a renda familiar de Cabelo Duro era de aproximadamente R$ 3,1 mil. Ele responde a um processo de cassação na Câmara de Vereadores de Luís Corrêa por improbidade administrativa.
No Maranhão, também foram detectados casos em cidades como Coroatá, distante 247 quilômetros da capital e em Fortaleza dos Nogueiras, a 661 quilômetros de São Luís. Em Coroatá, a denúncia foi contra o vereador Juscelino do Carmo Araújo (PT) que recebia o benefício mesmo tendo um patrimônio declarado de R$ 320 mil à Justiça Eleitoral. Em Fortaleza dos Nogueiras, a denúncia foi contra o vereador Edimar Dias (PSD).
Apesar dos indícios de irregularidade, o ministério informou que não foram expedidas notificações ao Ministério Público Federal (MPF) que ensejassem ações de improbidade administrativa ou procedimentos criminais nestes casos flagrados no início do ano. O político flagrado utilizando indevidamente o Bolsa Família pode ser alvo de uma investigação criminal pelo MPF e responder por improbidade administrativa ou peculato.
Este ano, o MPF impetrou algumas ações contra políticos que recebiam Bolsa Família mas de flagrantes de recebimento ilegal ocorrido em anos anteriores. O caso mais notório ocorreu no Ceará. O vereador de Fortaleza, Leonel Alencar (PTdoB)responde a uma ação no MPF por causa da sua esposa, Adriana Lúcia Bezerra de Alencar, que teria recebido indevidamente o benefício durante o ano de 2009. Foram oito saques quando a renda familiar do casal já ultrapassava R$ 10 mil, somando-se a remuneração do vereador. A defesa de Leonel Alencar afirmou ao iG que os depósitos ocorreram sem a anuência do casal já que eles tinham uma conta de energia baixa e, por conta disso, haveria o depósito automático do benefício do Bolsa Família na conta do casal.
Fonte: Portal iG (www.ig.com.br)

Enquete:Qual secretário não conta com sua aprovação

Devido a dois problemas na elaboração da enquete a mesma foi paralisada temporariamente para sua correção, como medida contra fraudes toda alteração do formulário zera  os votos computados automaticamente solicitamos que todos que já tenham votado a gentileza de votar novamente.

As correções foram as seguintes:

1º-Troca do nome do secretário adjunto de esportes Elvis Rodrigues que na realidade é o secretário adjunto da saúde por Thiago Winderes – esportes adjunto

2º- Inclusão de Gerson Xavier – compras adjunto o mesmo tinha sido esquecido

Salvamos os resultados até as 17 horas do dia 01 de janeiro de 2013 na lista abaixo, pedimos desculpas pelos erros e esperamos que continuem votando é só seguir o link:http://www.enquetes.com.br/popenquete.asp?id=1053483

Qual secretário não conta com sua aprovação

José Ivailde – Administração
0,88% (2 votos)
Maria Nazareth – Educação
1,75% (4 votos)
Letícia Ribeiro – Educação adjunto
0,88% (2 votos)
Sinvaldo Pereira – Saúde
5,26% (12 votos)
Elvis Rodrigues – Saúde adjunto
1,75% (4 votos)
Jair Fernandes – Diretor Hospital
4,82% (11 votos)
Tiburtino Colares – Diretor Clinico
0,88% (2 votos)
Roberto Luiz – Cultura
0,88% (2 votos)
Marcos Victor – Cultura adjunto
9,21% (21 votos)
Ronaldo Ramon – Finanças
4,82% (11 votos)
Carlos Martins – Finanças adjunto
7,46% (17 votos)
Idalino Alkimim – Desenvolvimento Social
17,11% (39 votos)
Silvânia Oliveira – Desenvolvimento adjunto
1,75% (4 votos)
Helder Eduardo – Defesa Social
4,39% (10 votos)
Pastor João Neto – Defesa Social adjunto
1,32% (3 votos)
Jair Rodrigues – Planejamento
6,14% (14 votos)
Alaor Brito – Obras
2,19% (5 votos)
Wellington Pereira – Transportes
2,63% (6 votos)
Maria Ildeny – Governo
13,16% (30 votos)
Antônio dos Reis – Gabinete
1,32% (3 votos)
José Tadeu – Compras
3,51% (8 votos)
Magno Marcelo – SAAE
0,88% (2 votos)
José dos Santos – Esportes
0,88% (2 votos)
Elvis Rodrigues – Esportes adjunto
1,75% (4 votos)
Sergio Murilo – Agricultura
4,39% (10 votos)

Total: 228 votos

O boi de piranha

Desde outras épocas impera em Francisco Sá um modelo administrativo enraizada na cultura coronelista voltada para uma minoria elitizada, tal pratica começou a perder sua força há uns vinte anos atrás com a união de mandatários para não perderem seus poderes, rivais se uniram para manterem-se no comando do município, pois perceberam que cada vez mais o povo se tornava esclarecido e politizado e passaram a reivindicar uma política mais voltada aos interesses comunitários independente de sua classe social, poucos anos atrás apareceu um político de origem humilde presumivelmente capaz de reverter o quadro político e devolver ao povo o que é seu por direito. A ascensão política de Denilsão desestruturou as bases coronelistas e ganhou o apoio da população inviabilizando o lançamento de uma candidatura coronelista que fosse competitiva. Certos da derrocada e para não gastarem seu dinheiro em campanha perdida,armaram mais um plano mirabolante, convenceram o jovem pecuarista Mário Osvaldo a sair candidato, incauto Mário aceitou o desafio esquecendo que em duas eleições passadas seu nome foi preterido pelo mesmo grupo que hoje o apóia jogando o na jaula dos leões, seja, o incauto esta no lugar e hora errada e os coronéis lavam as mãos não assinando atestado de burrice contra a vontade do povão criando um novo ícone na política brejeira o boi de piranha.

A importância do voto

É muito comum ouvirmos que todos os políticos são iguais e que o voto é apenas uma obrigação. Muitas pessoas não conhecem o poder do voto e o significado que a política tem em suas vidas.



Numa democracia, como ocorre no Brasil, as eleições são de fundamental importância, além de representar um ato de cidadania. Possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem diretamente em nossas vidas. Escolher um péssimo governante pode representar uma queda na qualidade de vida. Sem contar que são os políticos os gerenciadores dos impostos que nós pagamos. Desta forma, precisamos dar mais valor a política e acompanharmos com atenção e critério tudo que ocorre em nossa cidade, estado e país.
O voto deve ser valorizado e ocorrer de forma consciente. Devemos votar em políticos com um passado limpo e com propostas voltadas para a melhoria de vida da coletividade.

Como votar conscientemente

Em primeiro lugar temos que aceitar a idéia de que os políticos não são todos iguais. Existem políticos corruptos e incompetentes, porém muitos são dedicados e procuram fazer um bom trabalho no cargo que exercem. Mas como identificar um bom político?
É importante acompanhar os noticiários, com atenção e critério, para saber o que nosso representante anda fazendo. Pode-se ligar ou enviar e-mails perguntando ou sugerindo idéias para o seu representante. Caso verifiquemos que aquele político ou governante fez um bom trabalho e não se envolveu em coisas erradas, vale a pena repetir o voto. A cobrança também é um direito que o eleitor tem dentro de um sistema democrático.

Durante a campanha eleitoral

Nesta época é difícil tomar uma decisão, pois os programas eleitorais nas emissoras de rádio e tv parecem ser todos iguais. Procure entender os projetos e idéias do candidato que você pretende votar. Será que há recursos disponíveis para que ele execute aquele projeto, caso chegue ao poder? Nos mandatos anteriores ele cumpriu o que prometeu? O partido político que ele pertence merece seu voto? Estes questionamentos ajudam muito na hora de escolher seu candidato.

Conclusão

Como vimos, votar conscientemente dá um pouco de trabalho, porém os resultados são positivos. O voto, numa democracia, é uma conquista do povo e deve ser usado com critério e responsabilidade. Votar em qualquer um pode ter conseqüências negativas sérias no futuro, sendo que depois é tarde para o arrependimento.

Mistério na Câmara: qual deputado perdeu uma calcinha?

Brasília – Em uma semana sem grandes projetos na pauta de votação, o assunto que domina os corredores da Câmara dos Deputados é o mistério da calcinha perdida no plenário.

Na tarde de 15 de maio, quando era votado o projeto que tipifica crimes cibernéticos, um deputado passou às pressas pela entrada reservada aos parlamentares, próxima à mesa diretora, e, ao mexer no bolso, deixou a roupa íntima cair no chão. A história já virou piada na Casa até entre os deputados.

A cena foi presenciada por poucos seguranças do plenário, que medem as palavras para falar do assunto e não querem se identificar. Segundo um deles, o dono da peça não percebeu que a havia perdido. “Ele entrou atrás de um grupo de quatro deputados e nem olhou para trás”, relata. “Quando eu vi, chutei a calcinha para o lado e comentei com um colega”, emenda.

Outro segurança chegou a fotografar o objeto, mas não quis divulgar a imagem. Um terceiro conta ter pegado a calcinha e ameaçado jogá-la no lixo. “Mas lembraram que alguém poderia pedi-la de volta e deixei atrás da lixeira, avisando que, se ninguém aparecesse, era para ser jogada fora”, diz.

No entanto, o lixo não foi o destino da peça. A roupa íntima também nem sequer foi registrada no setor de achados e perdidos da Câmara. Um grupo de seguranças a guardou em um envelope e chegou a mostrá-la para funcionários da Casa.

Uma assessora que conheceu a peça da discórdia descreve a calcinha: “Era de algodão, um modelo parecido com biquíni, nas cores vermelha e branca em listras, não muito nova, no tamanho G e, o pior, estava suja e usada”.

Diante da confusão, a vice-presidente da Casa, Rose de Freitas (PMDB-ES), teria dado ordem para que os seguranças se desfizessem da peça. Suspeita-se de que ela foi incinerada na noite dessa quarta-feira.

Fiasco

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), inicialmente não acreditou na história. “Deve ter sido sacanagem de alguém”, afirmou. Em seguida, emendou: “Era fio dental?” Ao ouvir a resposta de que poderia ser um “calçolão”, Maia sorriu. “Mas aí é um fiasco!”.

Ao ver a aproximação do deputado Arnon Bezerra (PTB-CE), o presidente perguntou se a peça lhe pertencia. Bem humorado, o parlamentar desconversou. “Isso deve ser coisa de algum fã do Wando (cantor morto em fevereiro deste ano, que fazia coleção de calcinhas doadas pelas fãs)”, brincou.

Um deputado chegou a levantar a suspeita de que a calcinha poderia ser de Tiririca (PR-SP), que foi palhaço e humorista, mas a assessoria do deputado garante que a peça não lhe pertence.

O segurança que presenciou a queda da roupa íntima no chão assegura que, apesar de ter visto o dono apenas de costas, ele não era muito conhecido. “Não é um desses que falam sempre no microfone (da imprensa), senão eu saberia quem era”, comenta.

Até a noite dessa quarta, o dono da calcinha não havia aparecido. “Acho que ninguém teria coragem de dizer que perdeu uma peça íntima usada no meio do plenário”, acredita um dos seguranças que viu a roupa de baixo de perto. Entre os parlamentares, as apostas estão lançadas para saber quem seria o descuidado seguidor de Wando.

Fonte: votebrasil.com