Brasileiro – o Proscrito

Bandeira do Brasil sobre o Rio Amazonas

Por Antônio Ribas Paiva

A classe política, que está no Poder do Estado, transformou os brasileiros em PROSCRITOS, proibindo e criminalizando tudo.

É proibido fumar, é proibido beber, é proibido falar ao celular, é proibido dirigir nas faixas de ônibus, bicicletas e motos, é proibido sair de carro no rodízio; dever impostos, dá cadeia… Ora, quem nunca brindou em casamentos, aniversários e batizados? Está Proscrito!

A ousadia dos tiranos não tem limites, nos últimos 25 anos vêm proibindo tudo, para exercer a ditadura do controle social absoluto sobre as pessoas. É a ditadura legiferante, que alterou até a legislação dos crimes sexuais, para causar insegurança jurídica, nas relações entre os gêneros. Pela nova legislação penal, qualquer um pode ser alvo de extorsões ou vinganças, de ex-parceiros irresignados, de criminosos, enteadas ou esposas ciumentas, porque no juízo criminal, a simples alegação da suposta vítima é prova condenatória.

O objetivo dessa premeditada insegurança jurídica é dificultar as relações entre os gêneros, para controlar a sexualidade da sociedade, dominando a vida das pessoas. Está claro, que o objetivo dessa gente, que tomou o Poder do Estado no Brasil, através do engodo, é cercear o exercício da cidadania, através do regramento absoluto dos atos e tradições da sociedade. Primeiro, desarmaram os homens de bem, criminalizando a posse de armas, para submeter todos aos criminosos, aliados do Poder Político na opressão da sociedade.

Depois, vieram proibindo tudo, até que um bêbado analfabeto decretou a lei seca e a reforma ortográfica no Brasil… Parece ridículo, mas é trágico, porque, por um motivo ou por outro, estamos todos proscritos. Por fumar ou beber socialmente, ou falar ao celular dirigindo, ou ter uma garrucha do avô em casa, ou dever impostos ou à previdência social… Direito de ir e vir? Nem pensar, e o rodízio? E o pedágio? Privacidade? “É para mal intencionados”, segundo a gangue do poder. Somos vítimas da conspiração dos catilinas, que posam de “Hobin Hood”, mas são traidores, peculatários e tiranos. “Até quando catilinas, abusarão da nossa paciência”, sob os cândidos e complacentes olhares do Judiciário e do Ministério Público??

Antônio Ribas Paiva, Advogado, é Presidente da Associação dos Usuários de Serviços Públicos.

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Metamorfose Ambulante

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Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Paulo Roberto Gotaç

O ex-presidente Lula, referindo-se à mesma metáfora usada quando presidente para explicar atitudes e declarações contrastantes com ideias e princípios por ele reafirmados e jurados como sendo suas marcas, auto-intitulou-se de metamorfose ambulante de Dilma durante a campanha, já em curso, para a reeleição de 2014.

Tal posicionamento dá margem a interpretar que vem por aí uma espécie de vale-tudo eleitoral, sem obstáculos éticos, bem ao feitio do PT, visando a abocanhar um incômodo terceiro mandato a ser pilotado pelo mesmo grupo que está, desde que assumiu o poder, dilapidando o país através de estratégias de corrupção e de posturas estatizantes, retrógradas e populistas, que acarretaram, ao longo dos dois primeiros termos, o aumento da deterioração da já desrespeitada classe política, a perda de prestígio internacional do Brasil, o crescimento pífio e a desconfiança de investidores.

Levando-se em consideração o baixo nível do eleitor brasileiro, o que o torna presa fácil de mirabolâncias demagógicas, aliado ao fato de Lula declarar-se mutante quando necessário, é inevitável, por parte da sociedade consciente, a preocupação com o futuro do país.

Pobre Raul Seixas. Teria ele gravado sua excelente composição se soubesse que seria ela um dia utilizada para propósitos de poder?

Paulo Roberto Gotaç é Capitão de Mar e Guerra, Reformado.

Piada Muito séria

 Apenas um sonho

Apenas um sonho

Circula feito doida na internet essa seríssima piadinha maldosa para explicar o conceito jurídico de embargos infringentes, adotado pela maioria do Supremo Tribunal Federal, para garantir os pelos direitos de defesa dos réus do mensalão que ainda não tiveram sua sentença de condenação transitada em julgado – o que deve acontecer no próximo dia 31 de fevereiro:
 
 

Um menino pergunta para seu sábio pai qual a definição de embargos infringentes.

 

O Pai, um jurista amador juramentado, manda ver em seu ruibarbosismo criativo:
 
– Iimagina que aqui em casa seja um Tribunal, onde, quando alguém erra, é julgado e todos podem votar! Então, um dia, hipoteticamente, o seu pai comete um pequeno deslize. É pego traindo sua mãe com três prostitutas! Então ele vai a julgamento. Sua mãe, a mãe dela, o pai dela, sua irmã mais velha, você e seu irmão mais velho, votam pela minha condenação! Mas meu pai, minha mãe, o Totó e a Mimi, nossa gatinha, votam pela minha absolvição!
 
– Tá pai, mas aí você é condenado, não?
 
– Aí é que entra o tal de “Embargos Infringentes” meu filho. Como eu ganhei quatro votos a favor da minha absolvição, tenho direito a um novo julgamento.
 
– Mas pai, no novo julgamento todos vão votar do mesmo jeito, e o senhor vai ser novamente condenado!
 
– Não se eu trocar a sua mãe, o pai dela e a mãe dela pelas três prostitutas!
 
Imoral da Estória: Quando crescer, o garoto já avisou que não sonha ser mais advogado e ministro da corte suprema, mas sim investidor em Prostíbulos de alto luxo e, depois, político profissional…
 
Extraído de Alerta total

AVC pode mudar sua vida e sua sexualidade

Mudança radical, de sexo e profissão

Um britânico que jogava rúgbi e estava noivo diz que um derrame mudou sua sexualidade.

Chris Birch, de 26 anos, tentava dar um salto mortal de costas em frente a amigos em um campo, quando caiu, quebrou o pescoço e sofreu um derrame.

“Eu era gay quando acordei e ainda sou”, disse ele à mídia britânica.”Sei que parece estranho, mas quando ganhei consciência, eu imediatamente me senti diferente. Eu não estava mais interessado em mulheres. Eu era definitivamente gay. Eu nunca tinha sentido atração por homens antes – eu nunca tive nem amigos gays.”Antes do acidente, Birch diz que passava os fins de semana assistindo a programas de esportes na TV e bebendo com amigos.”De repente, eu passei a odiar tudo na minha vida antiga. Não me dava bem com meus amigos, odiava esporte e achava meu emprego (em um banco) chato”, conta ele.”Eu comecei a me preocupar mais com minha aparência, pintei o cabelo e comecei a malhar. Mudei de um skinhead de 120 quilos a um homem bem cuidado de 70.”Além de terminar o noivado e parar de jogar rúgbi, ele mudou de profissão: passou a ser cabeleireiro.

Hoje, ele vive com o namorado em um apartamento em cima do salão onde trabalha.Birch diz que seu neurologista explicou que o derrame pode ter aberto uma parte diferente de seu cérebro, explicação que é considerada aceitável pela Associação Britânica de AVC (Acidente Vascular cerebral).”Durante a recuperação, o cérebro faz conexões neurais que podem despertar coisas das quais as pessoas não tinham consciência, como um novo sotaque, língua ou talvez uma sexualidade diferente”, disse o porta-voz Joe Korner.Apesar das mudanças em sua vida, Birch diz que não se arrepende da transformação.”Acho que sou mais feliz do que nunca.”

Blog do prefeito, Preconceito e Discriminação

Na condição de brasileiro, não possuidor, ainda, de minha casa própria e magoado pela declaração preconceituosa, (essa é minha opinião) do Sr. José Mário Pena atual prefeito de Francisco Sá (MG) publicada em seu blog pessoal na matéria “O PAPEL DA CÂMARA MUNICIPAL” onde diz: * “Na Câmara Legislativa de Francisco Sá, alguns vereadores esqueceram ou na verdade não sabem suas funções, acham e se comportam como se aquela casa (a Câmara) fosse sua casa particular, (ou melhor, a casa da sogra, pois alguns nem casa têm)” A infelicidade de tal declaração deixou em mim um sentimento de incapacidade em desempenhar qualquer função, já que vivo pagando aluguel, mesmo pagando corretamente, tal declaração causou em mim um desconforto pela discriminação de não ter uma casa.

Indignado, procurei na internet algo que aliviasse meus sentimentos e entre tantos encontrei esse que expressa minha opinião.

PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO

O ser humano, ao longo de toda a sua história, manteve certo medo, ou até mesmo receio pelas coisas diferentes do seu cotidiano. Sua análise quanto a estas coisas era baseado em seus conhecimentos não contestáveis, pois não haveria sentido acreditar em outras verdades se sua vida se manteve adequada e em um caminho retilíneo até tal diferença surgir.
Essa é a base para o etnocentrismo, atitude de considerar seu meio e cultura superior a dos demais, daí surge o preconceito. Mas o que se exige de um ser que possui o raciocínio, é que antes de ter um ato de discriminação, que ele analise tal diferença, para poder compreendê-la.
Mas como disse anteriormente, não haveria sentido em acreditar numa outra verdade se a sua está adequada, tal verdade o faz criar certos conceitos para tal diferença, que logicamente estão “corretos”, daí ele cria conceitos a isso precocemente, surgindo o preconceito. Mas repare que tal preconceito não possui a obrigatoriedade de ser maligno, este pode ser ingênuo, benéfico, inocente, etc.
O ato de ter algum preconceito não é tão condenável, afinal, ele surge de acordo com seu nível de compreensão a certa coisa, mas há uma diferença em ser ignorante e saber, mas não aceitar. O ignorante é aquele que se depara com uma diferença nova para seu mundo, então ele poderá desenvolver diversos preconceitos, até poder entender e aceitar tal diferença, porém quando este não a aceita ele provavelmente desenvolverá atos de discriminação, condenáveis de acordo com a moral, ética e leis vigentes no mundo.
Mas como saber se essa diferença é ou não algo de ruim? Muitas pessoas respondem isso de acordo com sua moral ou crença, esse próprio ato já é não saber lidar com diferenças, pois vem do etnocentrismo, o correto seria você analisar o caso, se o mesmo não for desrespeitoso com o próximo, for sincero e não impedir a paz, não há motivos para se desenvolver algum preconceito negativo.
Mas o que ocorre com o ser humano? Este ser está dotado do orgulho e da alienação, se nega estar errado em alguma coisa, mas ele não percebe que, não é ele que estará errado. Afinal, o natural do ser humano é ficar em grupo, estar em união com semelhantes, porém o fizeram acreditar no contrário, o fizeram estar dentro de um grupo com alguma verdade suprema, e os que estão de fora da mesma estão errados. É tudo uma questão de manipulação, mantida por si mesmo, pois a partir do momento em que essa verdade é “inquestionável“, ela será sempre mantida, mas não é por algum ser que a mantém por interesse, é porque a maior parte da raça está inserida nesta verdade.
Tudo segue o caminho natural da mudança, não é justo também que os injustiçados desenvolvam um preconceito aos que os vêem como “errados”, o correto seria mostrar o que eles possuem de bom, seja a cor, gênero, etnia, religião, sexualidade…
Também há a necessidade de analisar o conceito de preconceito e discriminação, não podemos exigir que uma pessoa entenda e aceite as diferenças, por questão de opinião, mas esta deve permitir o livre tráfego e a livre expressão de pensamento, o ato de discriminação é sinal de fraqueza e desrespeito.
Ok, já falei sobre o preconceito e a discriminação; suas diferenças são básicas, o preconceito é a não aceitação, a discriminação o não permitir as diferenças com ações desrespeitosas e/ou excludentes.
Ambos são atos inseridos no intelecto do humano, pois para ele, mesmo que seja no seu subconsciente, pois o ser humano é sensível a mudança, ele nunca quer mudar para se adaptar, ele deseja que o mundo e os outros se adaptem a ele.
Por fim de palavras, concluo dizendo que o ato de ter preconceito envolve a não auto-aceitação de estar errado, então não é algo tão simples que se resolverá com uma pergunta; “por quê?”, envolve muito mais coisas; mas também o ato de não aceitar sobre nenhuma circunstância que alguém tenha preconceito também é uma atitude de discriminação.
Então deixo minha mensagem, alertando sobre TODAS as formas de preconceito. Se vejam por dentro e analisem o quanto podres são.

Renan Reis

Publicado no Recanto das Letras em 19/01/2006
Código do texto: T101089

http://recantodasletras.uol.com.br/redacoes/101089

Portanto: Preconceito é a idéia.Discriminação é a idéia colocada em “prática”.

Um exemplo: em algum momento você pode não gostar de uma pessoa com determinada característica, feia ou bonita, bizarra ou estigmatizada, esse é um preconceito. A partir do momento que você passa a insultá-los ou qualquer outro tipo de atitude pejorativa, é a discriminação.

Creio que minha opinião é compartilha com todos os “Sem casa”do Brejo e do resto do mundo.

*Veja a matéria completa em: http://blogzemario.blogspot.com/

Igreja Universal é condenada a pagar R$ 20 mil para fiel por “coerção”

Autora da ação alegou fragilidade e diz que era coagida para fazer doações

A fiel Silvia Massulo Volkweis entrou com uma ação por se sentir coagida moralmente a fazer doações à Iurd em troca de supostas recompensas divinas.A autora da ação disse que começou a frequentar diariamente a Iurd na época em que pagava por uma crise conjugal, que terminou com sua separação. Na época, Silvia penhorou joias e vendeu algumas para pagar o dízimo (10% dos rendimentos). O tribunal calculou, com base nas declarações do Imposto de Renda, que o patrimônio de Silvia diminuiu cerca de R$ 292 mil – mas não há como provar que todo o prejuízo foi causado pelas doações à igreja. Ainda segundo o TJ, a fiel passava por tratamento psiquiátrico na época e, por isso, não tinha juízo crítico. Silvia alega que hoje vive de maneira “miserável” e pediu uma indenização por danos material e moral.O pedido de indenização havia sido negado em 2010 pela Justiça de Esteio. A ex-fiel recorreu e a 9ª Câmara Cível do TJ reformou a decisão. A relatora do recurso considerou que o Estado brasileiro é laico e, por isso, garante inviolabilidade de consciência e de crença. Mesmo assim, o Estado também garante aos cidadãos a jurisdição e, portanto, a igreja não está isenta de ser controlada pela Justiça.

Os desembargadores do processo acreditam que a igreja abusou do direito de receber as doações, recorrendo à coerção moral. Por isso, a igreja foi condenada a pagar indenização por danos morais – o pedido de dano material não foi aceito.A Igreja Universal do Reino de Deus informou que “irá recorrer, interpondo recurso tanto ao STJ [Superior Tribunal de Justiça], quanto ao STF [Supremo Tribunal Federal] contra esta decisão do TJ-RS, a qual inclusive, ainda não foi publicada oficialmente“.

 

O Homem que matou o facínora

Bartolomeu Queiros Galvão

O violento assassinato ocorrido em 21 de janeiro de 2010 em Francisco Sá, levou-me a pensar, que motivos  levam uma pessoa a praticar tal  atitude.O Filme, “O homem que matou o facínora” de John Ford, é um clássico exemplo do ocorrido no Brejo. Como no filme a trama não está limitada apenas no conflito entre bandidos e mocinhos  trazem à tona discussões sobre conceitos como modernidade, o valor do ser humano e a criação de mitos opressores. O cidadão buscando espaço e a decência tentando se inserir em um lugar onde elas não existem culminam com fatos como esses. Francisco Sá já teve vários opressores, tais como,  Cruel, Chiquinho de nina, Adauto entre ouros que viviam a margem da Lei e infernizando  a vida do cidadão. Ao que parece o cidadão cansou de esperar que a segurança feita pelo estado funcionasse como deveria, e cansado pelo descaso, erradamente resolve fazer justiça com as próprias mãos e vale lembrar que há poucos dias houve uma tentativa de homicídios com as mesmas características desse assassinato. A  meu ver o que passa na mente de que pratica esse tipo de crime, é um arco que o coloca diante de profundos dilemas, criados sob os preceitos da Lei e doutrinado com todos os valores da civilização e subitamente se vê em um local onde suas crenças não possua mais utilidades. Ele precisa mudar e, de certa forma, involuir para sobreviver. Ao mesmo tempo, também é o agente da mudança nessa sociedade, a ponte que liga a terra sem Lei à sociedade organizada. Este é o conflito interno do personagem. Embora possa parecer, não faço apologia à violência, somente estou tentando entender o que leva  uma pessoa a uma situação extrema, como no assassinato de Cau Bodão, como enfrentar uma situação como esta, é possível faze-lo apenas através das Leis, ou será necessário empunhar uma arma para lutar de igual para igual? De certa forma, é uma questão que permanece na nossa sociedade, como resolver o problema da violência? Apenas a decência e a educação são capazes de enfrentar a bala? Ou é indispensável declarar guerra, talvez a única “Lei” capaz de obter algum resultado contra aqueles que desprezam a ordem e o bom senso?