Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra

Em 20 de novembro comemora-se oficialmente, pela primeira vez, o Dia Nacional de Zumbi e o da Consciência Negra. Dos 191 milhões de brasileiros, aproximadamente 15 milhões se declaram negros, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados na ultima quarta-feira (16). Esta parcela da população passou a receber atenção especial do governo, por meio da Secretaria Especial de Politicas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR). Entre 2005 e 2011, a pasta teve orçamento significativamente elevado de R$20,2 milhões para R$95,4 milhões.

A lei que instituiu oficialmente a comemoração do Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra foi sancionada no começo do mês pela presidente Dilma Rousseff. Ao assinar o documento, ela ignorou a antiga reivindicação do movimento negro para que incluísse a data no calendário dos feriados oficiais da República.

Originalmente, a criação da data foi apresentada em 2003 pela senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), que é descendente de ucranianos. Ao tramitar pela Câmara, um substitutivo propôs a inclusão da data na relação de feriados nacionais. Mas no retorno ao Senado, a ideia foi rejeitada. Dilma preferiu não alterar o projeto, mantendo a ideia de comemorar da data, mas sem parar o País. Contudo, em mais de duas centenas de municípios, porém, a data já é considerada como feriado.

Até o início da década de 1970, a principal comemoração relativa ao fim da escravidão no Brasil era o 13 de Maio – data em que a princesa Isabel assinou a chamada Lei Áurea, extinguindo oficialmente a escravidão. Em 1971, porém, em plena ditadura militar, militantes negros do Rio Grande do Sul, decidiram que a melhor data seria a da possível morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.

Zumbi morreu em combate, após comandar durante mais de uma década um movimento de resistência contra a escravidão. Chegou a reunir milhares de rebeldes no Quilombo dos Palmares, em Alagoas.

PM que tirou a roupa em público sofre de transtorno bipolar

O policial militar que aparece transtornado e tira a roupa em um vídeo gravado por moradores do Bairro Adhemar Garcia sofre de transtorno bipolar e não deveria estar trabalhando em rondas, como afirma o médico dele. O soldado Mário Casprechen trata da doença com o psiquiatra Ronaldo Bezerra da Silva desde 2007, quando ficou afastado da corporação por seis meses por causa de um suposto estresse. Ele toma diariamente os remédios risperidona (antipsicótico), oxcarbazepina (epilepsia) e lorazepan (calmante).

O vice-presidente da Associação de Praças de Santa Catarina (Aprasc) na Região Norte, Elisandro Lotin de Souza, garante que o comando da PM sabia da doença e que o soldado não tinha condições de trabalhar nas ruas. Contrariamente, o comandante do 17º Batalhão da Polícia Militar, Adilson Michelli, destaca que Mário estava em condições:

– Nosso sistema informa que ele está apto para trabalhar, portar arma e até subir em prédio.

Na noite de quarta-feira, quando atendia uma ocorrência envolvendo crianças e adolescentes, o policial teve uma recaída. Conforme moradores, o PM chegou agressivo ao local e apontou a arma para crianças e adolescentes. Um dos pais não gostou e foi falar com o policial.

No meio da discussão, Mário teria atirado contra ele, mas a bala acertou a calçada. O pai gravou o surto, em que o soldado aparece xingando, dá a arma a um dos adolescentes e depois tira a roupa. O impasse durou cerca de duas horas.

Passada a confusão, pais das nove crianças que estavam brincando foram ao posto policial e encontraram Mário ainda em serviço.

Há dois meses, o policial trabalhava em barreira de fiscalização. Quarta-feira, não foi para a rua, e trabalhou no posto da Polícia Comunitária do bairro. Foi quando atendeu um homem que pedia ajuda porque crianças estariam jogando futebol da rua e causando incômodo.

Conforme Michelli, o policial foi acompanhado pelo comando da PM durante todo o dia de ontem – ele foi afastado da corporação pela manhã e vai responder a um Inquérito Policial Militar.

À noite, o tenente-coronel afirmou que já havia providenciado atendimento médico no Hospital Regional Hans Dieter Schmidt. Segundo Michelli, o policial seria examinado por um psiquiatra.

 

Faltam delegacias da mulher e juizados especiais

Segundo estudo da Fundação Abramo mostra, uma mulher é agredida no Brasil a cada 15 segundos. Outra pesquisa revelou que 28% dos casos de agressão contra mulheres são práticas reincidentes. E para proteger as mulheres da violência doméstica existe, desde 2006, a Lei Maria da Penha (lei nº11.340/06). Apesar de a Lei estar em vigor, muitos casos de agressão contra mulheres são registrados. O estudo aponta que a quantidade de delegacias especializadas e juizados especiais ainda não dão conta da demanda.

A Secretaria de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça firmou convênios com o Ministério Público para a implementação de 17 núcleos/promotorias especializadas no atendimento à mulher vítima de violência doméstica ou familiar em 6 estados (São Paulo, Amapá, Acre, Rio Grande do Norte, Paraíba e Tocantins). Atualmente, 16 núcleos estão em pleno funcionamento em 11 estados brasileiros.

Ao longo de 2010, os recursos liberados pela SRJ para a criação desses núcleos especializados, que fazem parte do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), alcançaram a marca de R$ 2,3 milhões. As regiões priorizadas pela secretaria foram Norte e Nordeste.

Cadastro dos casos de violência doméstica

Seguindo o disposto na Lei Maria da Penha (nº 11.340/06), o Ministério Público, sem prejuízo de outras atribuições, passará a cadastrar os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. De acordo com o Secretário de Reforma do Judiciário, Marivaldo Pereira, o cadastro servirá para traçar o perfil sócio-demográfico dos envolvidos nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher.

“A SRJ tem trabalhado para que o cadastro seja implementado em todo país. A partir dessa implementação vamos tornar efetiva a divulgação dos dados”, complementou o secretário. Rio Grande do Norte e Paraíba já celebraram convênios para a dar início à coleta dos dados para a efetivação do cadastro.

O caso do padrão desaparecido

Qual é o paradeiro do padrão?

Lendo o Jornal Extremo Norte, fiquei sabendo que um padrão para medição de energia elétrica desapareceu de uma escola da zona rural de Francisco Sá e seu paradeiro é desconhecido.Não é sabido quem efetuou  a retirada do mesmo e porque razão.

 

Supondo que o mesmo foi roubado, não é preciso nem chamar o Sherlock Holmes para descobrir o mistério. A solução do caso é elementar, veja como solucionar o caso e localizar o padrão desaparecido.

Se olhar-mos a conta de energia elétrica encontramos elementos que pode nos levar a elucidação do caso, vejamos: Na conta se olharmos abaixo de onde está esrito, NOTA FISCAL – CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA – SÉRIE .existe  cinco quadros, o primeiro CLASSIFICAÇÃO , o segundo MEDIÇÃO, preste atenção que nesse quadro existe um código alfa-numérico com letras e números, isso identifica o equipamento e a CEMIG usa-o para efetuar a leitura, creio que essa identificação tem algo ligado com outro numero marcado na carcaça do equipamento de medição. De posse desses dados obtidos na conta de luz é só solicitar a operadora de fornecimento de energia elétrica que forneça o novo local onde o padrão foi instalado.

Existe também um numero na face do medidor

Como podem ver resta a prefeitura querer o padrão pode ser encontrado, ou será que ela tem motivos para não querer?

 

ATENÇÃO SE ESSE DESAPARECIMENTO FOSSE UM QUEBRA – CABEÇA SERIA RECOMENDADO PARA CRIANÇAS ATÉ 12 ANOS

 

“Cheguei em um bom dia”, diz deputado Tiririca sobre aumento de salário dos parlamentares

Extraído de: PB Agora – A Paraíba o tempo todo

Cara de sorte, sem começar a trabalhar, já recebeu aumento de salário.

Dono da maior votação do Brasil, ele visitou a Câmara pela primeira vez. Nesta quarta, deputados votam possível aumento nos próprios salários.

O deputado federal eleito Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca (PR-SP), visitou o Congresso pela primeira vez e disse que chegou “em um bom dia”, referindo-se à votação, nesta quarta-feira (15), do aumento de salário dos parlamentares.

“Dei sorte”, afirmou Tiririca, antes da aprovação do reajuste pela Câmara – para entrar em vigor, a proposta necessita da aprovação pelo plenário do Senado. Segundo o deputado eleito, a proposta de aumento é “bacana” e “legal”.

Dono da maior votação do Brasil nas eleições deste ano (1,35 milhão de votos), o deputado eleito chegou à Câmara pela Chapelaria e foi recepcionado pelo líder do PR na Câmara, deputado Sandro Mabel (PR-GO).

Em meio ao tumulto, Mabel mostrou um pouco da estrutura da Casa ao novo deputado e o levou até a sala da liderança do partido, onde os dois participam de reunião na tarde desta quarta.

No trajeto até a sala da liderança do PR, Tiririca respondeu a algumas perguntas.

Indagado se chegou à Câmara “fantasiado” de político e se já aprendeu as tarefas de um parlamentar, ele respondeu: “Neste exato momento eu sou político. Já aprendi, com certeza, e vou aprender mais com os colegas aí”.

Segundo ele, a ingenuidade e a ironia do personagem de palhaço que interpreta na televisão não vão mudar no plenário.

Sobre o assédio da imprensa devido ao expressivo número de votos, o deputado eleito afirmou que já teve momentos parecidos. “Na época da Florentina [música que se tornou hit nos anos 90] era assim”, disse.

Tiririca também afirmou que não vai abandonar a vida artística. Ele disse que pretende conciliar as duas tarefeas. “Com certeza. Ainda tenho quatro anos de contrato [como comediante]”, afirmou.

Francisco Everardo Oliveira Silva também respondeu que um dos políticos que ele admira e em quem se espelha é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sobre a presidente eleita Dilma Rousseff, ele disse apenas: “Vamos ver.”

O deputado eleito também afirmou que dará prioridade a projetos na área da educação, mas não deu detalhes. Tiririca disse que não sentiu preconceito de colegas deputados por ser humorista. “Não senti nada de preconceito”, afirmou.

Chegou a Lei do Silêncio no Brejo

Durma com um barulho desse!!!

No meu ultimo  “post” fiz referência ao projeto de Lei apresentado pelo vereador peso pesado Denilsão. Por motivo de viagem somente hoje regressei de viagem e fiquei sabendo que a dita foi promulgada, mas,  sem a benção do nosso alcaide municipal.

Há tempos a cidade sofre com o excesso de poluição sonora o que contraria com o conceito que cidades pequenas são mais tranqüilas e silenciosas. Aqui  houve uma inversão de valores, cidade pequena e barulho de cidade grande.

Agora esperamos que haja o cumprimento da Lei, é sabido que muitas Leis não pegam e acabam sendo esquecidas. Uma maneira de evitar  que isso ocorra é o cidadão usar seu direito e acostumar com à prática de denunciar os abusos.

A pergunta que não quer calar: Não vai ter mais as festas do Brejo?

Tradição não gera promoçãoDigo que as festas vão continuar a existir, é preciso adequar para os padrões estipulados pela Lei. A Lei proíbe o o excesso do barulho não as festividades. Atualmente existe uma descaracterização  na comemoração da tradicional “festas de setembro” uma festa religiosa, na mesma semana em que comemora a independência do Brasil e também a emancipação política do Brejo, tornando-a uma festa política. Durante os festejos noturnos, onde funciona um mega esquema para apresentação musical onde seguranças vistoriam até bolsas de transeuntes e a cada passo recebe um aperto de mão ou um tapinha nas costas por políticos, contrastam com a falta de apoio  as festividades religiosas, onde você ão encontra nenhum político, os catopês sobrevivem pela força de vontade de seus integrantes em manter sua cultura. Apesar de tudo as festas vão continuar, sempre.